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Quem faz equoterapia?

Quem faz equoterapia?

Praticante de Equoterapia. É o termo utilizado para designar a pessoa com deficiência ou com necessidades especiais quando em atividade equoterápica. Nesta situação, o sujeito do processo participa de sua reabilitação, na medida em que interage com o cavalo.

Como se chama a terapia com cavalos?

Dessa forma, “a palavra equiterapia foi criada no Brasil para caracterizar todas as práticas que utilizem o cavalo com técnicas de equitação e atividades equestres, objetivando a reabilitação e/ou educação de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais”, afirmam os professores Gabriele Brigitte ...

Como é feita a terapia com cavalos?

A equoterapia consiste na ideia de utilizar o cavalo como aliado dentro de uma abordagem interdisciplinar, relacionando as áreas de saúde, educação e equitação, fazendo assim com que os praticantes com deficiência alcancem o desenvolvimento biopsicossocial.

Quais são os benefícios da equoterapia?

Os benefícios da equoterapia:

  • Mobilização pélvica, coluna lombar e articulações do quadril.
  • Melhora do equilíbrio e da postura.
  • Desenvolve coordenação de movimentos entre tronco, membros e visão.
  • Estimula a sensibilidade tátil, visual, auditiva, olfativa, melhorando a integração sensorial – motora.

Quanto custa uma sessão de equoterapia?

Algumas escolas são pagas e outras, como a Walking Terapia, oferece 70% das aulas gratuitamente. Os outros 30% pagam pelo serviço, que custa R$ 360 por mês. Para não aumentar a fila de espera, a Walking e muitos outros centros disponibilizam cartas de apadrinhamento, que podem ser pagos por empresas ou pessoas físicas.

Como funciona o tratamento da equoterapia?

Como funciona o tratamento? A prática de equoterapia se dá sobre o cavalo em movimento, precedida por algumas sessões de reconhecimento do animal. Montado no cavalo, o praticante — termo que designa a pessoa em atividade equoterápica — começa a sofrer em seus músculos os mesmos estímulos que usaria para andar.

O que é preciso para criar um centro de equoterapia?

Para o funcionamento de um centro de equoterapia, devem-se respeitar as normas de acessibilidade da ABNT, observando-se o manejo, trato, estabulagem, trabalhos dos cavalos, baias, etc.

Como surgiu a equoterapia?

A inserção do cavalo em processos terapêuticos data de 458-370 a.C., quando Hipócrates, pai da medicina, fez referência à equitação como fator regenerador da saúde (Freire, 1999). ... Em 1967, foi fundado o primeiro centro de equitação para pessoas com deficiências nos Estados Unidos (HASKIN et al., 1974).

Como são treinados e como vivem os cavalos da equoterapia?

Normalmente a pessoa monta no cavalo, na equoterapia, ela sobe a rampa pra montar. Então ele tem que estar adaptado à rampa, ele tem que estar adaptado às atividades lúdicas, aos chuveiros, a barulho. Então nós treinamos eles fazendo bastante barulho.

O que é montaria terapêutica?

A montaria pré-esportiva é usada para desenvolver a habilidade social e para promover a terapia recreacional para pessoas com incapacidades. Incluem atividades tais como montaria em trilha e Olimpíadas Especiais (POTTER; EVANS e NOLT, 1994).

O que é eco terapia?

Você já ouviu falar em ecoterapia? Resumidamente, é uma forma de auxiliar a cura a partir da reconexão com a natureza. Esse é um dos chamados serviços ecossistêmicos –o conjunto de todos os benefícios que a natureza nos proporciona.

O quê é equitação lúdica?

A Equitação Lúdica é destinada a crianças entre 2 e 7 anos, a fim de proporcionar conexão com os cavalos através de estímulos naturais, criativos e sensoriais. ... Ao mesmo tempo que se divertem, enquanto alimentam, cuidar e, por fim, montam os cavalos, as crianças desenvolvem valores como respeito e confiança.

O que é equoterapia artigo?

A Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de Saúde, Educação e Equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou de necessidades especiais (ANDE, 1999, apud EQUOTERAPIA, 2008).